terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Sistema de Impermeabilização

A água é a grande responsável por 85% dos problemas das edificações, assim a proteção das estruturas contra infiltrações de água é condição mínima e necessária a qualquer edificação. Desta forma, a utilização de sistemas impermeabilizantes permite um aumento da vida útil da construção, garantindo a salubridade dos ambientes e melhorando a qualidade de vida dos usuários.

É importante mencionar que, para a execução de um bom projeto de impermeabilização, deve-se trabalhar em conjunto com os outros projetos de sistemas auxiliares de obras, como elétrico, hidráulico, paisagismo, arquitetura, estrutura. Quanto melhor for a análise e solução destas interfaces, melhor será o resultado final.

A impermeabilização é uma etapa indispensável do sistema construtivo, deve ser aplicada em toda superfície que tenha contato com água e em locais de armazenamento de água, assim protegerá a edificação contra as condições do meio, visando sempre três aspectos: durabilidade da edificação; conforto e saúde do usuário e proteção ao meio ambiente.

Na impermeabilização de lajes geralmente são utilizadas as mantas asfálticas. Estas mantas são feitas de betume (asfalto modificado derivado do petróleo) de cor preta. No entanto, é imprescindível adequar o tipo de manta ao local a ser impermeabilizado. Essa escolha ocorre em função das condições das lajes e dos locais a serem impermeabilizados. Em lajes muito extensas devem ser utilizadas as mantas estruturadas com telas de poliéster e asfaltos elastoméricos devido às mesmas suportarem a dilatação da laje.

Após a conclusão da impermeabilização, e antes de seu acabamento, é importante realizar o teste de estanqueidade, assim pode-se garantir que o sistema aplicado está completamente estanque e não sofrerá com a ação de infiltrações. Este teste de estanqueidade é necessário, pois facilita a identificação de uma possível falha na aplicação do sistema de impermeabilização. Recomenda-se que o local já aplicado com o sistema de impermeabilização fique em teste por 72 horas.

A Zul Empreendimentos Imobiliários aplica impermeabilizações em seus empreendimentos. Já foram feitos os teste de estanqueamento no Residencial Jardim Azul, no sul da Ilha, obra que está na fase de acabamentos. Veja as fotos:


Sobre as Mantas Asfálticas:
As mantas asfálticas são normalmente estruturadas com não tecido de poliéster (que já é um material impermeável), véu de fibra de vidro ou polietileno e são industrializadas com asfalto oxidado ou modificadas com polímeros. A alma de polietileno (de 0.1 mm) não é considerada somente como uma armadura, pois propicia a emenda das mantas por fusão do asfalto.

Essas mantas proporcionam uma impermeabilização de espessura e desempenho comparáveis (às vezes até mesmo superiores) ao sistema moldado no local com feltro asfáltico e asfalto.

Estas mantas possuem com acabamento polietileno/polietileno, areia/polietileno, alumínio/polietileno ou grânulos minerais/polietileno. As duas últimas são para ficarem expostas às intempéries, pois já possuem como acabamento um elemento protetor, no caso os grânulos minerais de várias cores ou a folha de alumínio que reflete os raios solares.

Campos de aplicação: o sistema de manta de asfalto é utilizado na impermeabilização de coberturas, subsolos, jardins, reservatórios, canais de irrigação.


Portanto, impermeabilizar promove a conservação do seu imóvel, à medida que protege o concreto de água infiltrada nas superfícies e estruturas, bem como protege alvenarias e os revestimentos.

Quando feita de forma correta, com produtos e serviços adequados, por empresas idôneas, os custos de uma impermeabilização atingem, na média, 2% do valor total da obra. Se forem executados apenas depois de serem constatados problemas com infiltrações na edificação já pronta, a impermeabilização ultrapassa em muito este percentual, envolvendo valores em torno de 10% do custo total da obra.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Zul e Alici Imóveis no sul da Ilha, trazendo oportunidades até Você!

Neste último final de semana, a Zul e a imobiliária Alici Imóveis estiveram nas praias do Campeche, Morro das Pedras, Armação, Riozinho e Açores, divulgando os apartamentos à venda dos empreendimentos Jardim Azul, Bien Vivre e Rivière. O Jardim Azul fica localizado no Morro das Pedras, tem uma vista belíssima, pois está a 60m da praia. Possui apartamentos de 2 e 3 dormitórios com suíte, com ampla sala de estar e jantar, sacadas e terraços espaçosos. O empreendimento está em obra e será finalizado ainda em 2012. A imobiliária Alici Imóveis está comercializando as últimas unidades com excelentes condições de pagamento.

O empreendimento Bien Vivre possui duas unidades à venda, está em localização privilegiada no Campeche. São apartamentos de 2 dormitórios com suíte, a cobertura possui 3 dormitórios e amplo terraço e todos os apartamentos possuem sacada com churrasqueira. O Rivière está localizado no Rio Tavares, próximo a praia, possui coberturas de 2 dormitórios. As obras estão aceleradas! 

A Zul projetou cada um desses empreendimentos aplicando princípios de sustentabilidade, portanto, tanto Jardim Azul quanto Bien Vivre e Rivière possuem medidor individual de água e gás, sensores de presença nas áreas comuns, lâmpadas econômicas, sistema de reaproveitamento de água da chuva, telhado branco, amplas aberturas para aproveitamento da luz natural, atenuante acústico entre as lajes, elevadores de alta performance. 

A ação da Zul e Alici Imóveis nas praias do sul da ilha de Florianópolis teve ótima aceitação, as pessoas receberam leques que, além de apresentar todos esses empreendimentos, podiam se refrescar enquanto aproveitavam a praia. Confira as fotos da ação da Zul e imobiliária Alici Imóveis.




quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Brasil teve recorde de crédito imobiliário em 2011, mas em 2012 deve aumentar

"São Paulo – Os financiamentos para a construção e a compra de imóveis, no ano passado, alcançaram o maior volume já registrado no país com R$ 79,9 bilhões. Foram emprestados R$ 23,7 bilhões a mais do que em 2010, o que representou um crescimento de 42%. O número de unidades financiadas chegou a 493 mil – 17% acima do ano anterior. Os dados foram anunciados hoje (26) pelo novo presidente da Associação Brasileira das Entidades deCrédito Imobiliário e Poupança (Abecip), Octávio de Lazari.

De acordo com o executivo, a previsão é manter o crédito imobiliário em alta neste ano de 2012, mas o ritmo de crescimento deverá ser um pouco mais lento com um aumento em torno de 30%. Na avaliação de Lazari, mesmo prevendo uma taxa menor, esse avanço esperado será muito expressivo, devendo alcançar R$ 103,9 bilhões.
“A nossa preocupação não é a de apresentar um crescimento elevado, e sim contínuo, de forma sustentável”, observou.
Lazari acrescentou que existem sinalizações para um aumento da participação do crédito imobiliário no Produto Interno Bruto (PIB), do atual 4,7% para 10%, nos próximos anos, tomando por base o bom desempenho da economia interna.
Mas para isso, ele destacou, serão necessárias novas alternativas de captação de recursos, além da poupança. Ele informou que as negociações com as autoridades monetárias nesse sentido estão caminhando bem e que ainda neste ano poderão estar definidas. Entre as sugestões está o lançamento de novas opções de investimentos no mercado financeiro a exemplo do Covered Bonds, título já adotado na Europa.
No ano passado, a captação líquida da poupança atingiu R$ 9,4 bilhões e o saldo das cadernetas de poupança no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) aumentou 10% sobre 2010 totalizando R$ 330,6 bilhões."

Construção civil será destaque na economia brasileira em 2012



"Parte do otimismo se deve aos reflexos do Programa Minha Casa, Minha Vida, das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do PAC.

       A crise internacional não está assustando a construção civil brasileira. Ao contrário, para o presidente da Câmara Brasileira da Indústria Construção (Cbic), Paulo Safady Simão, há boas chances de o setor ser “o grande player” de 2012, com um crescimento projetado de 5,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do setor. Na cadeia, a expectativa é de crescimento ainda maior, entre 8,5% e 9%.

       “Não temos problemas de recursos, de regras e nem de modelos ou projetos. E o mercado imobiliário tem batido recorde atrás de recorde, com uma previsão de recursos superior a R$ 110 bilhões, contando com os da poupança e do FGTS [Fundo de Garantia do Tempo de Serviço]”, disse Paulo Simão em almoço oferecido aos jornalistas especializados, em Brasília.

       Parte do otimismo se deve aos reflexos do Programa Minha Casa, Minha Vida no mercado de imóveis destinados às classes média e baixa, além das obras da Copa de 2014, das Olimpíadas de 2016 e do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). “Nós somos um dos elementos da economia que ajudarão o país a não sofrer todos os efeitos negativos da crise”, garantiu ele.

       Desde 2004, o setor vem registrando, de acordo com a Cbic, “incremento consistente em suas atividades, deixando para trás décadas de dificuldades”. Em 2010, o PIB da construção registrou desempenho recorde, com crescimento de 11,6%. “Em 2011, nosso setor cresceu 4,8%. Trata-se de um crescimento extremamente importante, apesar de menor do que o registrado no ano anterior, porque 2010 representa uma base de comparação muito elevada”, avaliou Simão.

       A situação pode ficar ainda melhor, caso se confirme a expectativa de entrada de capital estrangeiro na construção civil brasileira. “Ainda virão muitos recursos do exterior, porque esses investidores estão sem condições de investir nos outros mercados, principalmente no europeu. Isso é muito bom para nosso setor. E as medidas adotadas recentemente pelo governo favorecerão ainda mais esses investimentos [estrangeiros] em infraestrutura”, acrescentou o presidente da Cbic, ao se referir às medidas que reduziram de 6% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre aplicações de estrangeiros em títulos privados (debêntures) de longo prazo, com prazos de vencimento superiores a quatro anos.

       Mas o representante das indústrias do setor não deixou de fazer críticas severas à falta de iniciativas para a área de saneamento. “Saneamento básico no Brasil é uma vergonha e não condiz com as pretensões de sermos a quinta maior economia do mundo. Apesar dos investimentos em saneamento nunca terem sido tão grandes e robustos, sua aplicação é praticamente zero. Não chega a 10%. Faltam projetos e planejamento estratégico que levem em conta [aspectos como a situação das] bacias hidrográficas, por exemplo. O reflexo disso pode ser visto até nas mortes das crianças. Todos sabem que esse tipo de investimento ameniza gastos com saúde pública”."

Fonte: SEESP 
http://www.seesp.org.br/site/cotidiano/1903-construcao-civil-sera-destaque-na-economia-brasileira-em-2012.html

(AgBr)



Concreto com menos cimento reduz impacto ambiental

Concreto resistente e barato
“A produção de concreto de alta resistência, com menor impacto ambiental e custo reduzido acaba de ser obtida em uma pesquisa desenvolvida na Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP.
"A pesquisa teve como objetivo buscar tecnologia que possibilitasse um concreto autoadensável, com baixo consumo de cimento Portland, e de alta resistência", conta Tobias Pereira, que desenvolveu o trabalho em conjunto com o professor Jefferson Libório.
Segundo ele, a fórmula - fcm = 65 MPa aos 28 dias - significa que o concreto pudesse, em 28 dias, suportar a compressão de 65 Mpa (megapascal - valor que expressa resistência à compressão) e, por fim, ainda viesse a ter alta durabilidade.


Resistência do concreto

Para a realização desta pesquisa, o engenheiro utilizou modelos teóricos e práticos de distribuição granulométrica dos tamanhos de partículas para a composição do concreto, além de um aditivo superplastificante composto por policarboxílicos, que permite que o concreto se torne mais fluido sem adicionar muita água, e de adições minerais correspondendo a 10% da massa de cimento Portland adicionado.

Em geral, a recomendação de uso de altas quantidades de cimento Portland ocorre devido à necessidade de alta resistência do concreto, por exemplo, em pilares de edifícios altos ou em peças de sustentação em grandes vãos.

Porém, altas quantidades de cimento aumentam o calor de hidratação, ocasionado pela reação química entre o cimento e a água. Este calor, quando liberado,atua aumentando a temperatura do concreto, que se expande e acaba por ter maior propensão a rachar, o que implica na diminuição da resistência mecânica e na possibilidade de penetração de água ou infiltração de umidade do meio ambiente.

Na produção de concreto, 90% do CO2 vem da fabricação do cimento Portland


Redução do impacto ambiental

O maior problema quanto ao uso do cimento Portland em altas porcentagens é que atribui à produção de concreto a característica de vilã ambiental, pois implica na produção de 90% de gás carbônico da indústria de concreto.

O pesquisador explica que, "a intenção era produzir um concreto que utilizasse apenas 350 quilos por metro cúbico (kg/m³) do cimento Portland, bem menos do que os 500 Kg/m³ de um concreto tradicional. Mas os resultados encontrados foram até melhores, porque mais baixos, chegaram a apenas 325 kg/m³."
Esta redução na quantidade de cimento sinaliza a possibilidade da diminuição da produção de cimento e, consequentemente, a diminuição de emissão de gás carbônico e menor impacto ambiental. Além do barateamento da produção de concreto".


Concreto com fibras e lã de rocha

A mais na composição, diferenciando-se de um concreto tradicional, foram utilizadas fibras de poliamida ou lã de rocha.

Os resultados foram melhores do que os esperados, pois "em um concreto tradicional, em caso de incêndios, a água que permeia o concreto se expande em forma de gás e há a possibilidade de explosão.
Porém, havendo a fibra de poliamida, esta derrete formando canalículos que acabam por auxiliar na liberação do vapor, diminuindo a possibilidade de explosão." afirma o pesquisador.

Já ao se adicionar lã de rocha, a surpresa foi ainda maior porque "apesar de não contribuir para diminuir a possibilidade de explosão do concreto em situações de incêndio, observou-se que esse tipo de fibra contribui para aumentar a resistência à abrasão do concreto, ou seja, diminuir a possibilidade de erosão.
Este resultado indica que concretos com esse tipo de fibra podem ser uma boa opção para aplicá-los em pavimentos", acrescenta o pesquisador.


Concreto autoadensável

Um dos processos durante a produção do concreto é denominado vibração, ela é essencial para a retirada de ar aprisionado da massa e também para tornar o concreto mais homogêneo ao preencher as fôrmas e envolver as armaduras.

O engenheiro ressalta, no entanto, que o concreto obtido por meio do estudo "é autoadensável e não necessita ser vibrado para que tome forma, ele acaba por se moldar às formas com o próprio peso."
A ausência da vibração elimina uma etapa da moldagem do concreto o que consequentemente gera redução do tempo de construção e do custo de fabricação.”

Fonte: Site Inovação Tecnológica

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Bien Vivre, na Praia do Campeche, está com obra acelerada!

ampeche possui uma praia lindíssima, é um bairro com boa infraestrutura e o empreendimento da Zul, além de muito bem planejado, está sendo construído em localização privilegiada.





terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Quando o assunto é decoração e móveis, a Zul conta com a Criare

Incorporadora inicia obra de prédio com linda vista para o mar em Governador Celso Ramos

Estilo despojado com muita qualidade são as características do Porto de Brisa Residencial, da Zul Empreendimentos Imobiliários
Num espaço privilegiado na praia da Armação da Piedade, em Governador Celso Ramos (a 40 km de Florianópolis), está sendo construído o empreendimento Porto de Brisa Residencial, da Zul Empreendimentos Imobiliários. O prédio tem apenas 10 apartamentos, o que lhe confere exclusividade e diferenciais importantes que seguem os padrões da incorporadora, como ambientes amplos, sacadas com churrasqueira e jardins privativos.
A obra traz também os conceitos de sustentabilidade que viraram marca registrada da Zul. São sistemas que possibilitam minimizar os impactos ambientais que qualquer construção causa e ainda oferece recursos para que os futuros moradores também continuem a evitar desperdício dos recursos, principalmente energia e água.
O prédio será entregue com sensores de presença nas áreas comuns, atenuante acústico entre as lajes, elevador de alta performance e sistema de reaproveitamento da água da chuva.
O Porto de Brisa é um empreendimento diferenciado, com uma arquitetura despojada e ao mesmo tempo moderna. Os apartamentos terão tubulação para split na sala e em todos os dormitórios, aquecimento a gás, hidrômetro individual e janelas com persiana integrada. As coberturas do Porto de Brisa oferecem ainda amplo terraço com piscina, churrasqueira e deck para aproveitar bem o sol.
A obra iniciou neste mês de outubro. Veja mais em www.zul.com.br

terça-feira, 30 de agosto de 2011

CONSUMO CONSCIENTE: Amplie seus horizontes, passe dos 3Rs para 8Rs!


Depois de toda a campanha que a Zul promoveu pela destinação correta do óleo de cozinha usado, onde mais de três mil crianças e adolescentes receberam informações e utensílios para tal, a empresa agora planeja manter a difusão de ideias sobre consumo consciente.

Enquanto prepara as novidades, a Zul quer incorporar no seu dia-a-dia 8Rs e não apenas os já conhecidos 3Rs – Reduzir, reutilizar e reciclar.

Veja que interessante e ajude a repassar essas informações:

- Refletir: Lembre-se de que qualquer ato de consumo causa impactos do consumo no planeta. Procure potencializar os impactos positivos e minimizar os negativos;

- Reduzir: Exagere no carinho e no amor, mas evite desperdícios de produtos, serviços, água e energia;

- Reutilizar: Use até o fim, não compre novo por impulso. Invente, inove, use de outra maneira. Talvez vire brinquedo, talvez um enfeite, talvez um adereço...

- Reciclar: Mais de 800 mil famílias vivem da reciclagem hoje no Brasil, quer fazer o bem? Separe em casa o lixo sujo do limpo. Só descarte na coleta comum o sujo. Entregue o limpo na reciclagem ou para o catador.

- Respeitar: A si mesmo, o seu trabalho, as pessoas e o meio ambiente. As palavras mágicas sempre funcionam: “por favor” e “obrigado”.

- Reparar: Quebrou? Conserte. Brigou? Peça desculpas e também desculpe.

- Responsabilizar-se: Por você, pelos impactos bons e ruins de seus atos, pelas pessoas, por sua cidade.

- Repassar: As informações que você tiver e que ajudam na prática do consumo consciente. Retuite, reenvie e-mails.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Mais de trezentos alunos do Colégio Menino Jesus recebem informações sobre importância da coleta de óleo usado

Zul Empreendimentos Imobiliários em parceria com o Grupo RIC vai atingir três mil crianças e adolescentes com projeto de conscientização ambiental
Neste mês que comemora-se o Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), a Zul planejou, juntamente com o Grupo RIC - Jornal Notícias do Dia e  Portal e Revista Its, uma série de ações de educação ambiental com foco em crianças e adolescentes. No último dia 22 de junho, no período da tarde, foi a vez dos alunos do Colégio Menino Jesus, no centro da Capital, receberem as informações. Cerca de trezentas crianças entre 4 e 12 anos ouviram atentamente as dicas para cuidar dos recursos naturais. Depois da palestra, as crianças receberam na sala de aula os recipientes para armazenar o óleo usado e fizeram mais um trabalho em sala de aula. O Colégio recebe a visita do projeto mais uma vez no dia 4 de julho.
As primeiras palestras do projeto foram ministradas dia 6 de junho na escola COC do Córrego Grande, onde estudantes do 4º ao 8º ano puderam conhecer mais sobre os impactos do consumo de recursos naturais e receber detalhes de como ajudar com a coleta de óleo de cozinha usado. Depois foi a vez do Colégio Cruz e Sousa e Dom Jaime, ambos em São José, Colégio Geração, Colégio da Lagoa e Energia Jurerê.
Cada participante recebe um recipiente próprio para armazenar o óleo até o momento dele ser entregue para a reciclagem em um dos postos de coleta da cidade. A Zul entrega ainda um panfleto com as informações necessárias sobre o tema e curiosidades a respeito da poluição que um litro de óleo pode causar ao ser jogado diretamente pelo ralo da pia.
“O que é o meio ambiente?”, pergunta no início de cada palestra o educador ambiental Leonardo Lopes e a resposta surpreende a maioria, afinal tudo faz parte do meio ambiente, seja um elemento natural ou não. Ou seja, o homem faz parte do meio ambiente, assim como a própria escola ou o shopping Center. Depois a palestra discorre sobre a importância de reduzir o consumo, reutilizar produtos e embalagens e por fim, reciclar.
Os alunos interagem bastante, perguntando e dando exemplos do que já fazem com os pais ou mesmo sozinhos para evitar o desperdício no uso dos recursos naturais. A diretora da Zul, Katiane Vieira, explica como é possível colaborar com ações práticas.
Especificamente sobre a coleta de óleo usado, Leonardo demonstra como é importante esta atitude para evitar a poluição de rios e mananciais, além de servir como fonte de renda para muitas comunidades que utilizam o óleo usado para fabricar sabão ou mesmo biodiesel.
SAIBA MAIS SOBRE O PROJETO
Estudantes de doze grandes escolas de Florianópolis terão a oportunidade de conhecer mais sobre as possibilidades de destinação e reciclagem do lixo, reaproveitamento do óleo de cozinha e ainda aprender sobre hábitos responsáveis no dia-a-dia, como economia de água e energia. As palestras estão ocorrendo durante todo o mês de junho.
SAIBA MAIS SOBRE A ZUL
A Zul Empreendimentos Imobiliários é um bom exemplo de incorporadora que traduz nas suas decisões uma verdadeira preocupação com o futuro do planeta. Neste ano a empresa está com quatro empreendimentos em andamento – Jardim Azul, Bien Vivre, Rivière e Porto de Brisa - e todos eles possuem os atributos de cuidado com os recursos naturais. Além de priorizar a iluminação natural, os imóveis possuem sensores de presença, equipamentos redutores de água, sistemas de coleta de lixo reciclável, entre outros benefícios.
HISTÓRICO - Numa iniciativa inédita, a Zul entregou mais de mil garrafas feitas de plástico reciclável (PET) junto com um folder que ensina as pessoas a coletarem o óleo de cozinha usado e dar o destino correto. A ação foi realizada em várias praias de Florianópolis durante o verão e no feriado de Carnaval deste ano, levando informação e as ferramentas para que as pessoas façam sua parte em casa.